Lá vem mais um pandemônio

O ebola é um vírus tão letal que morre junto com seu hospedeiro e com isso não consegue sair da sua região.

Esse vírus já é conhecido há décadas e até agora não conseguiu causar uma epidemia fora de seu local de origem que é justamente países pobres da África.

Certamente estão tentando encontrar outro motivo para aprender todo mundo em casa e jogar cortina de fumaça sobre a desgraça que a esquerda vem causando ao mundo. Leia aqui

OMS: Epidemia de ebola na RDC é ‘extremamente grave e difícil’ | AFP

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Jabuticaba tupiniquim: sistema eletrônico de votação

O grande problema do sistema de votação tupiniquim não é urna eletrônica, pois são mais de 500.000 e implantar códigos maliciosos em cada uma delas em menos de 90 dias é praticamente impossível.

O problema é o servidor de totalização dos votos dentro da sala secreta do TSE, sendo por isso que foi centralizada a consolidação (somatório) dos resultados de todas as urnas eletrônicas, possibilitando fraudar a eleição sem deixar vestidos.

Desde 2006, quando o bêbado, corrupto e analfabeto luiz bebaço luladrão da silva se reelegeu, mesmo em meio ao maior escândalo de corrupção da história dessa narcorrepubliqueta bandalheira latRino-americana até aquela época, o mensalão, o TSE alienou para si função que era dos TREs, que faziam a consolidação dos resultados de cada urna de seus Estados de jurisdição e os encaminhava ao TSE, que consolidava os resultados dos TREs, facilitando a conferência e dificultando a fraude no servidor de totalização.

Esse é o maior motivo dos corruptos togados da banda podre do supremo tribunal fedorento proibir os parlamentares, a custa de muita chantagem e ameaças, de implementar qualquer mecanismo que permita auditar os votos, como o voto impresso auditável, pois este revelará quaisquer fraudes, como a de 2022, por exemplo.
antonini.com.br

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